Ajudo médicos no início da carreira a se inserirem no mercado e a montarem uma carteira própria de pacientes particulares, sem precisar virar influenciador.
Durante a sua formação, sempre houve uma rede de segurança. Um preceptor pra validar sua conduta, um hospital pra te receber, um cronograma dizendo o próximo passo. Depois que ela acaba, a decisão passa a ser sua, sozinho.
É aí que a maioria trava.
Isso não é falta de competência. É falta de ensino. Nenhuma formação médica ensina a construir uma agenda particular. E enquanto isso não muda, convênio e plantão seguem sendo a única saída, não importa há quanto tempo você se formou.
No início da carreira independente.
Já formou, seja há semanas ou há alguns anos, e está sem a rede de segurança da instituição, precisando construir sozinho a própria trajetória.
Preso na rotina de plantão e convênio.
Faz plantão, atende convênio, some quase toda a renda mantendo essa rotina e não sabe por onde começar a construir agenda particular.
Já tentou sozinho e não deu certo.
Fez Instagram, anúncio, perfil no Google, mas nada trouxe paciente de verdade, e não sabe mais o que está fazendo de errado.
✅ Você define o valor da sua consulta, não o convênio.
O repasse de convênio no Brasil é baixo, não condiz com sua formação. Com agenda particular, você é quem decide quanto vale seu horário.
✅Você para de perder o final de semana com plantão.
Com uma agenda particular própria, o mês para de depender de quantos plantões você conseguiu encaixar pra fechar a conta.
✅Você aparece pra quem já está procurando um médico como você.
Perfil no Google, busca paga e reputação trabalham juntos pra trazer pacientes sem você precisar sair caçando.
✅Você constrói isso sem virar influenciador.
Não precisa gravar todo dia nem viver de audiência. O Instagram entra como vitrine, não como palco.
Todo médico, depois de perder a rede de segurança acadêmica, ouve o mesmo discurso: “agora é meter a cara no mercado.” Só que como ele vai fazer isso? Ninguém ensinou. Então, ele se sente perdido e vira refém de convênios e plantões.
Foi ouvindo médico atrás de médico contar a mesma história (incluindo o meu próprio parceiro) que eu decidi que queria ajudar.
O Protocolo Particular nasceu como resposta direta a isso: um jeito estruturado de conquistar espaço no mercado, sem exigir que o médico vire produtor de conteúdo em tempo integral. Você cuida da medicina, o protocolo cuida do posicionamento.
Tenho Mestrado no Reino Unido, livros publicados, anos ensinando escritores a encontrar a própria voz.
Marketing médico parece um caminho estranho para chegar aí.
Mas foi exatamente essa formação que me fez enxergar o problema que nenhuma agência estava resolvendo: médicos com competência real, mas comunicação genérica. Todo perfil saído do mesmo template. Mesma linguagem, mesmo tom, zero personalidade.
Trabalhei com saúde desde o início da minha carreira em copywriting, com hospitais, clínicas e consultórios. Conheço a Resolução CFM 2.336/2023 antes de criar qualquer peça. E aprendi o dia a dia do médico não em apostila, mas de perto; meu parceiro é médico, e acompanho de perto a luta de médicos ao saírem do cenário acadêmico para se inserirem no mercado de trabalho.
Antes de qualquer proposta, existe uma conversa. Nela, mapeamos como o paciente da sua especialidade se comporta na sua cidade, se pesquisa no Google, se decide por indicação, quem já é concorrência na sua região. É o mesmo diagnóstico que abre o Protocolo Particular com qualquer médico.
Você sai dessa conversa sabendo exatamente por onde sua agenda particular pode começar a crescer, mesmo que decida não seguir com o protocolo.
👉🏻Diagnóstico do comportamento do paciente na sua especialidade e região
👉🏻Avaliação da sua presença atual (Google, Instagram, indicação)
👉🏻Recomendação clara do que fazer primeiro, faça você comigo ou não
O plano de entrada tem só três meses de compromisso. É tempo suficiente pra você ver movimento real de paciente, e curto o bastante pra não te prender numa decisão que não está funcionando.
Antes de fechar qualquer coisa, você vê ao vivo, na própria conversa, como eu enxergaria e resolveria um erro de posicionamento no seu perfil hoje. É uma demonstração gratuita do meu trabalho.
Um estudo publicado no JAMA Network Open, em 2022, acompanhou mais de 15 mil médicos e encontrou algo que contraria o senso comum: a insatisfação profissional não é maior durante a residência. É maior nos primeiros anos depois dela.
Isso quer dizer que o desconforto que você sente agora não é fase passageira que se resolve sozinha com o tempo. Ele se resolve com decisão.
Daqui a um ano, você pode estar exatamente onde está hoje: contando plantão pra fechar o mês, esperando indicação pra ter movimento. Ou pode estar com uma agenda particular que cresce sozinha, enquanto convênio e plantão viram opção, não obrigação.
“Não tenho tempo pra produzir conteúdo.”
Produzir conteúdo é trabalho da agência, não seu. Depois do onboarding, seu tempo fica em torno de 3 horas por mês: um alinhamento rápido quinzenal, aprovação em lote no painel, e uma sessão mensal pra gravarmos tudo de uma vez.
“Tenho medo de investir e não ter retorno.”
A verba de anúncio fica no seu cartão, você não perde controle dela em nenhum momento. E o cálculo é direto: com a consulta cobrada em média R$ 250, o serviço se paga em torno de 12 pacientes particulares no mês.
“Já tentei fazer Instagram e marketing sozinho, não funcionou.”
O que você teve foi execução avulsa, sem estratégia por trás. Na conversa, eu aponto ao vivo o que está travando seu perfil hoje, e mostro como resolveria.
O investimento varia conforme sua especialidade, cidade e ponto de partida. Isso é definido na conversa inicial, depois do diagnóstico.
Não. A captação digital atende onde você já atende hoje, mesmo em consultório alugado.
Não. O Instagram entra como vitrine do seu trabalho, não como palco. Quem produz o conteúdo é a agência.
O primeiro movimento de leads costuma aparecer nos primeiros três meses, com a campanha de busca ativa.
O plano de entrada pede três meses, tempo pra você ver prova de resultado antes de decidir escalar.
Você. Ela fica no seu cartão, direto na plataforma do Google ou Meta. A agência nunca toca nesse dinheiro.